
Eu te mostro onde fica o músculo
Com o modelo de pelve na mão, fica fácil entender o que está fraco, o que está tenso e o que a gente vai fazer.
Sou a Elisa, fisioterapeuta pélvica. Trato escape de urina, dor na relação e diástase, e acompanho a mulher da gestação ao pós-parto. Em sala individual, de porta fechada, e com cada etapa explicada antes de acontecer.

Se você se reconheceu em alguma delas, não é exagero procurar ajuda. É o músculo do assoalho pélvico pedindo atenção, e músculo se treina.
Espirro, pulo, gargalhada. E lá vem o escape.
Você passou a usar protetor todo dia, mapeia banheiro antes de sair e parou de pular com os filhos. O treino do assoalho pélvico é a primeira indicação pra esse problema, antes de qualquer cirurgia, e na maioria das mulheres resolve.
Conhecer o próprio corpo antes do grande dia.
Ensino você a relaxar o assoalho na hora certa, a respirar e a usar posições que ajudam o bebê a descer. Também trabalhamos massagem perineal e o que fazer pra proteger o períneo, seja qual for o tipo de parto.
O corpo mudou. Ele não precisa ficar assim.
Depois da liberação médica, a gente avalia cicatriz, assoalho e abdômen, e devolve força com calma. Vale pra parto normal e pra cesárea: a gestação inteira pesou sobre esse músculo, não só o parto.
Dor não é parte do pacote. Nem do casamento.
Dor na penetração, ardência ou a sensação de que “fecha” costumam ter um componente muscular. Trabalho com conversa, educação sobre o corpo e técnicas no seu ritmo, sempre com você no controle de cada passo.
Abdominal comum pode piorar a diástase.
Quando o músculo do meio da barriga se afasta na gestação, a barriga fica estufada e as costas reclamam. A gente mede a abertura, escolhe os exercícios certos e acompanha o fechamento sessão a sessão.
Muita mulher adia a consulta por não saber o que vai encontrar lá dentro. Então aqui está, minuto a minuto.
Você me conta o que sente, desde quando, e como isso aparece no seu dia. Pergunto sobre gestações, intestino, sono e rotina. Você está de roupa e pode parar quando quiser.
Olho como você respira, como fica de pé e como o abdômen se mexe. Ainda vestida. É aqui que eu meço a diástase, quando é o caso.
Se você quiser, avalio a força do músculo. Primeiro por fora, coberta por um lençol. A parte interna só acontece se você consentir, e pode ficar pra outro dia.
Explico o que encontrei usando um modelo da pelve, digo quantas sessões imagino e já te passo o primeiro exercício pra fazer em casa.
Só na parte do exame do assoalho, só da cintura pra baixo, coberta por lençol e só se você quiser. Dá pra fazer a primeira consulta inteira só conversando.
Antes de qualquer toque eu explico o que vou fazer e por quê. Você pode dizer não, pedir pausa ou deixar pra próxima. A decisão é sempre sua.
Sala individual, porta fechada, sem ninguém entrando no meio. Prontuário guardado com sigilo, como manda o código da profissão.

Com o modelo de pelve na mão, fica fácil entender o que está fraco, o que está tenso e o que a gente vai fazer.

Exercícios na bola, no colchonete e de pé, ligados à sua rotina.
Um sensor mostra na tela a contração do músculo. Você vê o que antes só imaginava.
Quando o músculo ainda não responde sozinho, uma corrente leve ajuda a acordar. Não dói.
Poucos minutos por dia, com áudio e lembrete no WhatsApp. É o que faz o resultado ficar.


Comecei na fisioterapia ortopédica e fui parar na pélvica quase sem querer, atendendo uma paciente que veio pela dor nas costas e, no fim da sessão, baixou a voz pra perguntar se era normal perder xixi na academia. Não era. E ela já convivia com aquilo havia seis anos.
Desde então atendo só mulheres, uma por vez, num consultório pensado pra que você fique à vontade pra falar do que quase ninguém pergunta.
Nomes abreviados, a pedido delas. Assunto íntimo merece discrição até no depoimento.
Eu não ia mais pra aula de dança por medo de escapar. Na décima sessão voltei, e sem protetor. Queria ter ido anos antes.
Cheguei no parto sabendo respirar e sabendo soltar. Meu obstetra perguntou quem tinha me preparado.
Achava que a barriga era assim pra sempre. A diástase fechou de três dedos pra um em quatro meses.
Eu tinha vergonha até de falar. A Elisa explicou tudo antes, nunca fez nada sem perguntar, e hoje a dor é passado.
Acordava três vezes por noite pra ir ao banheiro. Hoje durmo a noite inteira.
Eu passo o valor no atendimento, depois de entender o que está acontecendo com você, já com o que entra em cada etapa. Pix, débito ou crédito.
Valor no atendimento 60 minutos
Valor no atendimento 10 sessões de 50 minutos
Não atendo por convênio, mas emito nota fiscal com tudo o que o plano pede pra reembolso. Antes de marcar, eu te digo o código que você leva pro seu plano.
Av. Principal, 100, sala 12 · Centro da cidade
Só eu leio as mensagens

Pode perguntar no WhatsApp também. Só eu leio, e nenhuma pergunta é boba.
Perguntar pra ElisaNão deveria doer. Se algo incomodar, você me avisa e a gente para na hora. Nas pacientes com dor na relação, eu começo de fora e vou no ritmo que você aguentar.
Pode. Se você preferir, a gente faz a conversa e a parte de postura e deixa o exame do assoalho pra próxima sessão.
Não precisa pra começar. Se você tiver exames ou relatório do seu ginecologista ou urologista, traga que ajudam bastante.
Não, mas emito nota fiscal para reembolso. Muitos planos devolvem parte ou todo o valor. Te passo o código antes de marcar.
Muitas vezes, sim. A gestação inteira pesa sobre o assoalho pélvico, não só o parto normal. E a cicatriz da cesárea também se trata.
Depois da liberação do seu médico, em geral a partir de 40 dias. Pode trazer o bebê, se precisar.
A maioria das pacientes sente diferença entre a quarta e a sexta sessão. O tratamento completo costuma levar de 8 a 12 sessões, uma ou duas por semana.
Eu respondo, te faço duas ou três perguntas e a gente vê juntas se a fisioterapia pélvica é o seu caminho.