Atraso de fala e linguagem
A criança fala pouco para a idade, usa gestos no lugar das palavras ou monta frases bem mais curtas que as dos coleguinhas. A gente avalia o que já existe ali e constrói o resto a partir disso, respeitando o ritmo dela.

Sou a Bia. Acompanho crianças que estão aprendendo a falar, a comer e a se fazer entender, e as famílias que chegam até mim quase sempre trazem a mesma frase na bagagem: “me disseram para esperar”. Esperar sozinha é o que mais cansa. Aqui a gente descobre o que está travando e resolve isso junto, no ritmo que a criança aguenta.



Escolhi a fonoaudiologia infantil porque gosto do que acontece no meio do caminho. Não é o dia em que a criança fala a palavra inteira e todo mundo comemora. É a semana em que ela tenta, erra, tenta de novo e percebe que alguém ali entendeu. Meu trabalho mora nesse intervalo.
Me formei em Bobath, que me ajuda a enxergar o corpo inteiro por trás da fala, e em PROMPT, uma técnica em que uso as mãos para mostrar à criança onde a boca precisa estar. Trabalho com PECS e ABA, para as crianças que ainda não falam mas têm muita coisa a dizer, e com DHACA quando a dificuldade aparece na hora de comer.
Nada disso vale grande coisa se a mãe sair da sessão sem entender o que aconteceu ali dentro. Por isso eu explico. Sempre.
Espero por você e sua família aqui no consultório para, juntos, construirmos cada passo da evolução, com acolhimento, estratégia e muito carinho.
Se alguma dessas situações parece a sua casa, vale conversar. Nem toda criança que chega precisa de terapia longa, e descobrir isso já tira um peso enorme das costas de quem está em dúvida.
A criança fala pouco para a idade, usa gestos no lugar das palavras ou monta frases bem mais curtas que as dos coleguinhas. A gente avalia o que já existe ali e constrói o resto a partir disso, respeitando o ritmo dela.

Aquele caso clássico em que a criança já fala o som certinho na sessão, mas some com ele em casa e na escola. Generalizar é justamente esse trabalho de levar o som para fora da sala, e ele tem método.
Língua, lábios e bochechas também precisam de força e de coordenação. Acompanho antes e depois da frenectomia, porque soltar a língua é só metade do caminho.
A criança que engasga, que enjoa de textura, que come cinco alimentos e recusa o resto. Trabalho com DHACA, sem forçar a criança a comer o que ela ainda não consegue.
Dor para amamentar, pega que não firma, bebê que mama muito tempo e continua com fome. Muita coisa que se atribui ao leite na verdade está na boca do bebê.
Para crianças autistas e para quem ainda não fala, uso PECS e recursos de ABA. Comunicar não é só falar. Quando a criança descobre que consegue ser entendida, a frustração cai e o resto do desenvolvimento respira.
Você provavelmente já ouviu alguma delas de alguém que ama seu filho e queria ajudar. O problema não é a intenção, é o tempo que se perde.
Criança não tem preguiça de falar.
Falar é o caminho mais rápido para conseguir o que ela quer, e nenhuma criança abre mão disso por comodidade. Quando ela não fala, é porque alguma coisa ali está difícil. Vale descobrir o quê.
Entender e falar são duas habilidades diferentes.
Elas podem andar em velocidades bem distintas. Compreender bem é um ótimo sinal, e é um bom ponto de partida. Não é um atestado de que a fala vai chegar sozinha.
Os marcos não mudam conforme o sexo da criança.
Existe variação entre as crianças, isso é verdade. Só que existem marcos esperados para cada idade. Se o marco passou, a conversa deixa de ser sobre estatística e passa a ser sobre aquela criança.
A professora tem mais vinte crianças na sala.
A escola ajuda muito, e o convívio faz diferença de verdade. Só que não é função dela identificar o que trava a fala de uma delas. Quando a dificuldade é específica, ela precisa de um olhar específico.
Chegar cedo quase nunca é exagero. Na pior das hipóteses você ouve que está tudo bem e volta para casa tranquila, e isso já vale a consulta.
Se alguma daquelas frases te atingiu, tem mais sobre isso nos Reels. É o mesmo papo, só que com a minha cara e a minha voz.








Muita mãe adia a primeira consulta por não saber o que vai encontrar. Então aqui está, sem mistério.
Você me conta o que está acontecendo e a idade da criança. Eu já respondo se é um caso para fono, e a gente marca a avaliação.
Uma sessão em que eu brinco com seu filho e observo tudo: como ele fala, como usa a boca, como pede o que quer.
Sento com você e explico o que encontrei, em português, sem termo técnico solto. Se houver necessidade de terapia, você sai sabendo a frequência e o objetivo de cada fase.
As sessões acontecem no consultório, e a parte de casa vai com você. São coisas simples, encaixadas na rotina que já existe, porque uma hora por semana comigo não sustenta o progresso sozinha.
Mensagens de mães que um dia estiveram exatamente onde você está agora.
Ouvi de todo mundo que era pra esperar. Em quatro meses de terapia ele saiu de dez palavras pra frases inteiras. Hoje ele não para de falar.
Ela falava certinho com a Tia Bia e em casa trocava tudo. A Bia me ensinou o que fazer no dia a dia e foi isso que resolveu.
Com as figuras ele começou a pedir o que queria. As crises diminuíram na mesma semana. A fala veio depois, no tempo dele.
Eu chorava de dor pra amamentar. Duas sessões ajustando a pega e mudou tudo. Queria ter ido antes.
Atendo no Espaço Brincar, um espaço de luz natural e materiais escolhidos um a um. Nada aqui está em cima da mesa por acaso.





Se a sua dúvida não estiver aqui, me manda. Se eu estiver em sessão, respondo assim que sair.
Perguntar pra BiaDesde os primeiros meses, se a questão for amamentação ou alimentação. Para fala e linguagem, se aos dois anos a criança ainda não junta duas palavras, já é motivo para uma avaliação. E não existe “cedo demais para avaliar”, existe tarde demais para começar.
Depende de quantas, de quais e do que ele faz com elas. Uma criança de três anos com vinte palavras e uma de três anos com duzentas estão em situações bem diferentes. A avaliação existe para responder isso com precisão.
Precisa, sim, e essa é uma das confusões mais comuns. A cirurgia solta a língua, mas não ensina a língua a se mexer diferente. O acompanhamento antes e depois é o que faz a frenectomia valer a pena.
Varia demais, e desconfie de quem promete prazo antes de avaliar. Alguns casos se resolvem em poucos meses, outros pedem mais tempo. O que eu garanto é que você vai saber em que ponto estamos.
Atendo. Trabalho com PECS e com recursos de ABA, e também com crianças que ainda não têm diagnóstico fechado. O foco é sempre dar à criança um jeito de se comunicar agora, em paralelo ao trabalho de fala.
Depende da criança e da fase. Algumas rendem mais com a mãe na sala, outras se dispersam. O que não muda é a conversa no fim: você sempre sai sabendo o que aconteceu e o que fazer em casa até a próxima.
Não precisa. Você pode me procurar direto. Se durante a avaliação eu perceber que outro profissional precisa entrar, eu te oriento e converso com essa equipe.
Sala 101, no centro da cidade
As sessões são agendadas direto comigo pelo WhatsApp
Se eu estiver em sessão, respondo assim que sair
