Zero poses forçadas
Esqueça fotos travadas. Eu capturo momentos espontâneos enquanto vocês aproveitam a própria festa.
Fotografia documental e afetiva para casais que buscam registros autênticos, espontâneos e atemporais.






Olá, eu sou a Marina. Mais do que cumprir um protocolo de fotos, o meu propósito é capturar os olhares discretos, os abraços sinceros e a energia real do seu casamento.
Para que, daqui a 10 ou 30 anos, você olhe para o seu álbum e sinta exatamente a mesma emoção.
Não peço poses. Chego cedo, fico quieta, presto atenção. O que você vai ver no álbum é o que realmente aconteceu, só que visto por alguém que estava olhando com muito carinho.
Fotografar é bem mais que capturar um momento. É dar a ele a liberdade de ser eterno.
Marina Costa
Esqueça fotos travadas. Eu capturo momentos espontâneos enquanto vocês aproveitam a própria festa.
Você recebe uma prévia exclusiva com as fotos mais marcantes em até 48 horas depois do casamento.
Suporte do primeiro contato ao envio do álbum, para que vocês não precisem se preocupar com nada.
Três casamentos do começo ao fim. Uma foto solta mostra o dia, mas só a sequência inteira mostra a história.
Começou numa casa antiga de Santa Teresa, com a janela aberta e a cidade inteira lá embaixo. Ela não queria foto posada: queria lembrar do barulho das amigas, do vestido pesando no ombro, do pai parado na porta sem saber o que dizer. À noite o Cristo apareceu na neblina e ninguém precisou pedir para eles se olharem.



Casamento de pé descalço, com a maré subindo e o vestido molhado até a barra. Eles avisaram que não gostavam de fotografia. No fim da noite, foram os últimos a sair da pista, e não tem uma pose sequer nesse ensaio.



Duas malas, doze horas de voo e um casamento entre ciprestes, com convidados chegando de três países. Fui a única fornecedora que eles levaram do Brasil, e passei o dia inteiro ouvindo três idiomas dizerem a mesma coisa.



Do Rio de Janeiro a uma colina na Toscana. Se o casamento for longe, eu vou. Passaporte sempre na gaveta de cima.








O que acontece antes da foto, e que quase nunca cabe no álbum.
MarçoChego sempre três horas antes. Não é para fotografar maquiagem. É porque é ali, no quarto bagunçado, que as pessoas ainda são elas mesmas.
FevereiroDuas câmeras, quatro lentes, lente fixa de 35mm quase sempre grudada na mão. E sapato confortável, porque em quinze anos eu nunca sentei num casamento.
JaneiroTem gente que contrata fotógrafo só até o corte do bolo. Eu fico até o fim: a última hora é onde mora a foto que ninguém esperava.
Foi essa a única pergunta que eu fiz a eles.
Nós tínhamos muita vergonha de fotografar, mas ela nos deixou super à vontade! Nem percebemos a câmera.
Chorei de novo vendo as fotos. Cada detalhe da recepção foi capturado com perfeição!
Casamos na Itália com convidados de três países, e ela foi a única fornecedora que levamos do Brasil. Foi a melhor decisão que a gente tomou no casamento inteiro.
Passaram três anos. Eu ainda abro as fotos quando bate saudade daquele dia, e ainda funciona.
As dúvidas que quase todo casal me manda no primeiro contato. Se a sua não estiver aqui, é só me chamar.
Me chamarSim! Amo viajar para contar histórias em qualquer lugar do Brasil e do mundo. É só me contar onde vai ser que eu preparo tudo: deslocamento, hospedagem e logística entram na proposta, sem surpresa depois.
Tenho equipamento profissional para baixa iluminação e experiência técnica para adaptar a cobertura com total segurança e beleza. Chuva não cancela a emoção do dia e, sinceramente, rende algumas das fotos mais bonitas que eu já fiz.
Você recebe uma prévia com as fotos mais marcantes em até 48 horas e a galeria completa tratada em até 30 dias, numa galeria online própria que você pode compartilhar com quem quiser.
Me conta um pouco de vocês: onde vai ser, que dia, como vocês se imaginam nesse dia. Eu respondo pessoalmente, sempre.