Crianças a partir de 5 anos
Suspeita de TDAH ou TEA, dificuldade para ler e escrever, atraso no desenvolvimento, bilhete da escola que se repete.
Sou a Débora, neuropsicóloga. Avalio atenção, memória, linguagem e raciocínio com testes padronizados e entrego um laudo com conclusão e orientações práticas para casa, para a escola e para os outros profissionais. Para crianças a partir de 5 anos, adolescentes e adultos.

A avaliação neuropsicológica compara o desempenho da pessoa com o esperado para a idade e a escolaridade dela. Não é uma conversa e não é uma prova de escola: é um conjunto de tarefas padronizadas que mostram onde estão as forças e onde estão as dificuldades.
Se a pessoa consegue manter o foco, escolher no que prestar atenção e alternar entre tarefas.
Guardar, segurar a informação enquanto usa e lembrar depois. É aqui que aparece o "estudou e esqueceu".
Planejar, organizar, controlar impulsos e começar o que precisa ser feito.
Compreensão, vocabulário, leitura e escrita, ligadas ao jeito de aprender na escola.
Inteligência verbal e não verbal, velocidade de processamento e resolução de problemas.
Ansiedade, humor e comportamento social, que mudam muito o desempenho nos outros testes.
É a pergunta que mais chega no meu WhatsApp. O prazo muda um pouco de caso para caso, mas o caminho é sempre este.
Conversa longa com a pessoa ou com os pais sobre a história, a escola, o trabalho e o que motivou a avaliação.
De 4 a 6 sessões de 50 a 90 minutos, uma ou duas por semana.
Questionários para a escola e, com autorização, conversa com outros profissionais que acompanham o caso.
Cada teste é corrigido pelas normas brasileiras e cruzado com a história e com o que foi observado.
Encontro em que eu explico os resultados, entrego o laudo e tiro todas as dúvidas. Com criança, a escola também recebe orientação.

As tarefas parecem jogos: montar figuras com blocos, lembrar sequências, encontrar símbolos, contar uma história. Criança costuma gostar. Adulto costuma se surpreender. Não existe nota, e errar faz parte, porque o teste foi feito para ficar difícil até encontrar o limite de cada um.
Com crianças, os pais esperam do lado de fora. Eu converso com vocês no começo e no fim de cada encontro.
Nada de vinte páginas de números soltos. O laudo explica o que foi feito, o que foi encontrado e o que fazer agora, por escrito e assinado.
O mesmo documento abre portas diferentes, dependendo de quem precisa dele.
Com o laudo, a escola tem base para montar um plano individual: tempo extra na prova, prova lida em voz alta, lugar na frente da sala, atividades divididas em partes. Eu escrevo as orientações pensando na sala de aula de verdade.
O diagnóstico de TDAH e de TEA é clínico, e quem decide sobre medicação é o médico. O laudo mostra como a atenção e as outras funções se comportam em teste, e isso ajuda o neuropediatra ou o psiquiatra a fechar o diagnóstico e acompanhar a resposta ao tratamento.
Em pedidos ao INSS, de benefícios, de carteira de identificação do autista ou de atendimento em concurso, o laudo neuropsicológico costuma entrar junto com o relatório médico. Ele não garante a aprovação, mas descreve com detalhe o impacto no dia a dia.
Fonoaudióloga, psicopedagoga, terapeuta ocupacional e psicóloga recebem um mapa do que trabalhar primeiro. Isso evita meses de tentativa e erro, e o dinheiro da família vai para o que faz diferença.
Suspeita de TDAH ou TEA, dificuldade para ler e escrever, atraso no desenvolvimento, bilhete da escola que se repete.
Notas que caíram, desatenção que ficou evidente com mais matérias, ansiedade com prova, preparação para ENEM com atendimento especializado.
Quem sempre se achou desorganizado e desconfia de TDAH, quem nota a memória falhando, quem precisa de laudo para trabalho ou concurso.


Comecei na neuropsicologia atendendo em hospital, avaliando adultos depois de AVC. Ali aprendi que número de teste só vale alguma coisa quando vira explicação para a família. Há oito anos me dedico à avaliação de crianças, adolescentes e adultos com suspeita de TDAH, TEA e dificuldades de aprendizagem.
Todo laudo é escrito por mim, do começo ao fim. E toda devolutiva acontece com tempo para pergunta, porque ninguém deveria sair do consultório com um diagnóstico e nenhuma ideia do que fazer com ele.
Por ética, psicólogas não publicam depoimentos de pacientes. Aqui falam os profissionais que recebem os laudos.
Os laudos da Débora chegam com a pergunta respondida. Consigo fechar o raciocínio clínico na mesma consulta, sem pedir complemento.
As orientações para a escola são aplicáveis. A professora lê e sabe o que mudar na segunda-feira, sem precisar traduzir nada.
Quando um paciente meu passa pela avaliação com ela, eu ganho meses. O mapa de linguagem e memória já me diz por onde começar.
Eu passo o valor na primeira conversa, depois de entender a pergunta que te trouxe. Ele cobre a avaliação inteira, não sessão por sessão, e não muda se precisar de um encontro a mais.
Inclui a escuta da escola e a orientação por escrito para os professores.
Valor no atendimento do início ao laudo, tudo incluído
Com foco na pergunta que te trouxe: atenção, memória ou outra.
Valor no atendimento do início ao laudo, tudo incluído
Atendimento particular. Muitos planos reembolsam parte da avaliação quando há pedido médico. Eu emito nota fiscal e o relatório que o plano pede.
Se a sua pergunta não estiver aqui, manda no WhatsApp. Respondo no mesmo dia.
Perguntar para a DéboraPara fazer a avaliação, não. Para pedir reembolso ao plano de saúde, normalmente sim. Se você já tem o encaminhamento, traga na primeira conversa.
O laudo traz uma conclusão com hipótese diagnóstica quando os testes, a história e a observação sustentam isso. O diagnóstico final de TDAH e de TEA é clínico e costuma ser fechado junto com o médico, que também decide sobre medicação.
A partir dos 5 anos, com testes próprios para cada faixa. Para crianças menores, quando há suspeita de autismo, eu indico o caminho certo para a idade.
A anamnese e a devolutiva, sim. A testagem é presencial, porque a maioria dos testes usa material físico e precisa de ambiente controlado.
Ele vai saber que está fazendo atividades comigo, e eu explico de um jeito tranquilo, sem a palavra prova. A maioria das crianças sai pedindo para voltar.
Não existe prazo oficial, mas o desenvolvimento muda. Para crianças, costumo sugerir reavaliação em dois ou três anos, ou antes, se a escola ou o médico pedirem.
Uma mensagem com a idade e o que está preocupando já basta. Se não for caso de avaliação neuropsicológica, eu te digo isso também.