Avaliação psicopedagógica
Para entender o que está acontecendo e sair com um plano.
Valor no atendimento 6 a 8 encontros
- Conversa inicial com os pais
- Sessões de avaliação com a criança
- Devolutiva com relatório escrito
- Relatório para a escola
Sou a Helena, psicopedagoga clínica. Eu descubro por que seu filho troca letras, lê sem entender ou trava na tarefa, e monto com ele um jeito de aprender que funciona. Você sai de cada etapa sabendo o que está acontecendo, e a escola também.




Quase toda família chega até mim depois de meses tentando sozinha. Nenhum desses sinais é motivo de pânico, mas dois ou três juntos merecem um olhar de perto.
Ele ainda troca o b com o d, e já está no terceiro ano.
Trocas que deveriam ter sumido na alfabetização e continuam aparecendo no caderno.
Ela lê a frase inteira e não sabe me dizer o que leu.
Decodifica as palavras, mas o sentido do texto se perde no caminho.
A lição de casa leva a tarde toda e termina em choro.
Muito esforço para pouco resultado, e a criança começa a achar que é burra.
A professora mandou bilhete de novo dizendo que ele não presta atenção.
Às vezes é atenção. Às vezes é uma dificuldade que faz a criança desistir de prestar atenção.
Estudou a semana inteira e tirou nota baixa mesmo assim.
Ela sabe em casa e esquece na prova. Quase sempre é o jeito de estudar, não a falta de estudo.
Ele não quer mais ir para a escola.
Quando aprender dói todo dia, a criança se protege fugindo. Isso tem saída.
Essa é a pergunta que eu mais respondo no WhatsApp. O reforço repassa a matéria da prova. Eu investigo o que está travando o aprendizado e ensino a criança a dar a volta nisso, em qualquer matéria.

A avaliação leva de 6 a 8 encontros, em torno de um mês e meio. Depois disso, as sessões viram rotina semanal.
Primeiro encontro só com vocês, sem a criança. Uma hora para eu entender a história dela: gestação, primeiros anos, escola, o que já foi tentado. Traga cadernos e boletins.
De 5 a 7 sessões em que ela lê, escreve, joga, desenha e resolve desafios. Para ela é brincadeira. Para mim é a forma de ver onde o aprendizado trava.
Sento com a família, explico o que encontrei e entrego o relatório escrito com o plano: o que vamos trabalhar, com que frequência e o que muda em casa.
Uma vez por semana, 50 minutos. A cada encontro você recebe um resumo curto do que foi feito e uma tarefa simples para casa.
Converso com a professora ou a coordenação, por reunião ou relatório, e sugiro adaptações possíveis em sala. A cada bimestre, revemos juntos.
Muita mãe fica na sala de espera se perguntando o que acontece lá dentro. Fica aqui, sem segredo.
Como foi a semana na escola, o que ficou difícil.
Letras, rimas, sílabas e textos curtos, sempre em jogo de tabuleiro, cartas ou desafio. É aqui que a leitura e a escrita são trabalhadas de verdade.
Como resumir, como se organizar para a prova, como não se perder no enunciado.
O que avançou e a tarefa de casa da semana.
Nomes abreviados para preservar as crianças.
Ele chorava toda vez que tinha que ler em voz alta. Hoje pede para ler a história antes de dormir. A Helena descobriu que o problema era a consciência dos sons, coisa que nem a escola tinha visto.
O que mais me ajudou foi a devolutiva. Saí de lá entendendo minha filha e com um papel que levei para a coordenação. A escola passou a dar prova com tempo extra.
A gente achava que era preguiça. Era dislexia. Seis meses depois ele fechou o bimestre sem nenhuma recuperação.
A Sofia aprendeu a estudar. Parece pouco, mas ela parou de virar a noite antes da prova e a ansiedade baixou muito.
Atendimento online funcionou melhor do que eu imaginava. Ela manda o material antes e o Davi espera a sessão como se fosse brincadeira.


Fui professora de alfabetização antes de ser psicopedagoga. Foi na sala de aula que eu vi, todo ano, duas ou três crianças ficando para trás sem que ninguém soubesse explicar o porquê. Fui estudar para conseguir explicar.
Hoje atendo crianças de 5 a 14 anos com dificuldade de leitura, escrita, atenção e matemática, com ou sem diagnóstico. Trabalho junto com fonoaudiólogas, neuropsicólogas e escolas, porque nenhuma criança aprende em uma sala só.
Cada criança chega com uma história, e o número de encontros muda com ela. Por isso eu passo o valor na conversa, depois de ouvir você, já com o que entra em cada etapa. Sem surpresa no meio.
Para entender o que está acontecendo e sair com um plano.
Valor no atendimento 6 a 8 encontros
Sessões semanais com metas revistas a cada bimestre.
Valor no atendimento 4 sessões de 50 min por mês
Psicopedagogia não costuma ter cobertura de plano de saúde. Eu emito recibo de todas as sessões e, se o seu plano tiver reembolso para a área, você já tem o documento em mãos.
Se a sua dúvida não estiver aqui, me manda no WhatsApp. Respondo entre uma sessão e outra.
Perguntar para a HelenaNão precisa. Você pode me procurar direto. Se a escola já mandou algum relatório, traga na primeira conversa, porque ajuda muito.
Eu faço a avaliação do aprendizado e aponto as hipóteses. O diagnóstico fechado de dislexia costuma ser feito em equipe, e o de TDAH é médico. Quando o caso pede, eu indico neuropsicóloga ou neuropediatra e converso com quem for atender.
Depende da criança e da dificuldade. Muitos casos mostram avanço claro em três a seis meses. A cada bimestre revemos as metas juntos, e você sempre sabe em que ponto estamos.
Atendo, a partir dos 7 anos. Eu envio antes o material da sessão, e o trabalho acontece na tela com jogos e atividades. Para crianças menores, prefiro o presencial.
Não. Tenho horários no contraturno, de manhã e à tarde, e alguns no fim do dia.
Acontece, e passa rápido. A sessão é feita de jogos e desafios, e a criança costuma gostar mais do que os pais esperam. Na primeira vez eu converso com ela sobre o que vamos fazer, sem pressão.
Uma mensagem com a idade, o ano escolar e o que mais te preocupa. Eu respondo dizendo se é caso para psicopedagogia e qual o próximo passo.