Integração sensorial
Para a criança que sente demais, ou de menos, o barulho, o toque e o movimento.
Sou a Clara, terapeuta ocupacional infantil. Trabalho com integração sensorial e coordenação motora para crianças com TEA, TDAH ou que simplesmente vivem no limite: o barulho incomoda, a roupa pinica, o lápis não obedece.

Pode ser o corpo pedindo movimento. Na sala, o balanço ajuda a organizar isso para ele conseguir parar depois.
Quase toda mãe chega aqui com essa dúvida. As três se conversam, e muita criança faz mais de uma. O que muda é a pergunta que cada uma responde.
Linguagem, pronúncia, voz e também mastigação e deglutição.
Em casa você notaEle fala pouco, troca letras ou não se faz entender.
Brincar, comer, se vestir, escrever e tolerar o barulho, o toque e a bagunça da escola.
Em casa você notaEle se joga no chão, não aguenta o tênis, foge do lápis ou come só cinco alimentos.
Leitura, escrita, cálculo e o jeito como a criança organiza o estudo.
Em casa você notaEle não acompanha a turma na leitura ou trava na matemática.
Não é diagnóstico, é um ponto de partida. Se vários itens soarem familiares, vale uma avaliação.
Toque nos itens acima. Ninguém vê o que você marcou, é só para você.
Conversar sobre issoMuitas chegam com laudo de TEA ou TDAH. Outras chegam só com uma queixa da escola ou da pediatra. As duas portas dão no mesmo lugar: uma avaliação.
Para a criança que sente demais, ou de menos, o barulho, o toque e o movimento.
Regulação, rotina e participação em casa e na escola, junto com a equipe que já acompanha.
Lápis, tesoura, botão, zíper e o famoso pegar a ervilha com o garfo.
Equilíbrio, pular, subir, andar de bicicleta e sentar sem escorregar da cadeira.
Comer, se vestir, escovar os dentes e usar o banheiro sozinho, no tempo dele.
Quando o prato tem só cinco alimentos e cada refeição vira uma briga.

Antes de começar qualquer terapia, eu preciso ver a criança brincando, ouvir vocês e saber o que a escola observa.
Sem a criança. Gestação, desenvolvimento, rotina, sono, alimentação e o que mais preocupa hoje.
A criança brinca no balanço, na escalada e na mesinha enquanto eu observo como ela se organiza.
Questionários de perfil sensorial para os pais e, se fizer sentido, um contato com a professora.
Explico o que encontrei, com palavras simples, e mostro o plano: objetivos, frequência e o que fazer em casa.
Um exemplo de sessão de 50 minutos, para uma criança de 5 anos que não para quieta e foge da escrita.

Tira o tênis, escolhe por onde começar. Já é uma decisão dele.
O corpo recebe o movimento que procura e começa a se acalmar.
Circuito com escalada e equilíbrio, um pouco acima do que ele já faz.
Contas, pinça, recorte e traçado, agora com o corpo organizado.
Luz baixa, peso no colo e respiração, para sair tranquilo.
O que funcionou hoje e o que tentar em casa até a próxima.
Depois da avaliação e a cada reavaliação, vocês recebem um relatório escrito. Ele serve para a escola adaptar a rotina, para o neuropediatra e para o plano de saúde.
O atendimento é particular, com nota fiscal e relatório para você pedir reembolso ao seu plano. Muitas famílias recebem parte do valor de volta.


Escolhi a terapia ocupacional infantil no estágio, quando vi um menino de quatro anos calçar o tênis sozinho pela primeira vez. A mãe chorou, eu chorei, e eu entendi que era isso que eu queria fazer.
Hoje atendo numa sala montada para integração sensorial, com balanços, escalada e uma mesinha para o trabalho fino. Os pais participam do processo: o que a gente faz aqui só funciona se continuar em casa.
Nomes abreviados para preservar as famílias.
Ele chorava todo dia para colocar o tênis. Depois de quatro meses, calçou sozinho e saiu correndo para me mostrar. Parece pouco, mas mudou as nossas manhãs.
A escola achava que ela era desatenta. Na avaliação a Clara viu que era o barulho da sala. Com as orientações para a professora, ela voltou a fazer as atividades.
O Theo comia arroz, batata e pão. Hoje ele toca, cheira e já prova coisas novas. Sem briga e sem esconder comida no prato.
O relatório da Clara foi o que a escola precisava para entender o Pedro. E eu consegui o reembolso do plano com a nota e o relatório dela.
Eu não sabia a diferença entre TO e fono. Ela me explicou em dez minutos e me mostrou exatamente o que ia trabalhar em cada sessão.
O valor e a frequência dependem do que a avaliação mostrar. Eu passo tudo no WhatsApp, com o que está incluso e como pedir o reembolso.
Três encontros e o relatório.
Valor no atendimento não precisa de laudo nem encaminhamento
Terapia com integração sensorial.
Valor no atendimento de 1 a 2 sessões de 50 minutos por semana
Para os pais e para a escola.
Valor no atendimento presencial ou online
Se a sua dúvida não estiver aqui, me manda no WhatsApp com a idade da criança e o que mais preocupa.
Perguntar para a ClaraPara a avaliação, não. Muitas famílias chegam só com a queixa da escola. Para pedir reembolso ao plano, o encaminhamento do médico costuma ser pedido, e eu te oriento.
Atendo de 1 a 12 anos. Quanto mais cedo a dificuldade é vista, mais simples costuma ser o caminho.
Depende dos objetivos. Eu reavalio a cada três meses e mostro o que mudou. Algumas crianças precisam de meses, outras de mais tempo, e você acompanha tudo.
No começo, às vezes sim, para a criança se sentir segura. Depois ela fica comigo e vocês entram nos últimos cinco minutos para a conversa.
O atendimento é particular, com nota fiscal e relatório para reembolso. Muitos planos devolvem parte do valor. Eu te ajudo a montar o pedido.
Nem sempre. A avaliação mostra se faz sentido. Quando faz, eu converso com a fono para as duas terapias andarem juntas.
A terapia com integração sensorial é presencial, porque depende da sala. A orientação para pais e para a escola pode ser online.
Uma mensagem com a idade da criança e o que você observa em casa ou na escola. Eu respondo com os horários de avaliação e como funciona.